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terça-feira, 14 de julho de 2015

Como funciona um caleidoscópio? Explique.

Ao nos colocarmos diante da luz e observarmos o interior do tubo, através de um furo feito na tampa e rolando o objeto lentamente, assistimos a belos e agradáveis efeitos visuais: a cada movimento, formam-se combinações variadas de desenhos simétricos e sempre diferentes. Isso ocorre por causa do reflexo da luz exterior nos pequenos espelhos inclinados que se multiplicam e mudam de lugar a cada movimento feito pela mão.

Como funciona um Periscópio? Onde é usado? Explique

  1. Um periscópio básico utiliza dois espelhos paralelos, a certa distância um do outro. Os espelhos devem estar num ângulo de 45°, pois, caso contrário, a imagem não ficará perfeita. Os raios luminosos atingem o primeiro espelho, que os reflete para o segundo espelho; daí são novamente refletidos para o visor.
  2. Usados em:
  • Submarinos imersos, é usado para ver imagens acima da água e visualizar inimigos sem serem detectados. 
  • Nas guerras para observar o movimento inimigo sem sair das trincheiras. 

quarta-feira, 25 de março de 2015

Próximo eclipse total da Lua visível no Brasil acontecerá esse ano

Evento astronômico vai ocorrer em 27 de setembro e começará às 22h07

O evento poderá ser observado em todo o território nacional e em quase toda a América, África e Europa. Dessa vez, a América do Sul tem a vantagem de poder observá-lo por completo, tanto a entrada quanto a saída da Lua na sombra da Terra. Outra boa notícia é o horário mais amigável para quem deseja acompanhar o eclipse - na última madrugada, o auge do fenômeno ocorreu entre 3h e 4h30.
Em 27 de setembro de 2015, às 22h07 (horário de Brasília), a Lua vai começar a adentrar a parte mais escura da sombra da Terra, chamada de umbra, de modo que será possível vê-la "sumir" no céu. A partir das 23h11 ela estará totalmente encoberta, adquirindo o tom avermelhado característico dos eclipses totais. O satélite vai passar pouco mais de uma hora com esse aspecto, e, à 00h23, começa a sair da sombra, em um processo que vai até a 1h27 da madrugada do dia 28


                                   

Como as fases da Lua influenciam as marés?

Na verdade, a Lua não produz esse efeito sozinha. Os movimentos de subida e descida do nível do mar,as chamadas marés, também sofrem influência do Sol, dependendo da intensidade da força de atração dele e da Lua sobre o nosso planeta.  A cada dia, a influência lunar provoca correntes marítimas que geram duas marés altas (quando o oceano está de frente para a Lua e em oposição a ela) e duas baixas (nos intervalos entre as altas). 



Estica-e-puxa espacialQuando o nosso satélite e o Sol se alinham, o mar sobe mais
LUA NOVA
Quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham, a atração gravitacional exercida pelos dois astros sobre os oceanos se soma, gerando correntes marítimas que causam uma elevação máxima do nível do mar na direção dessa linha. É época das maiores marés altas, chamadas de marés de sizígia ou máximas
LUA MINGUANTE
Nessa fase lunar, diminui a influência do Sol e da Lua nas marés oceânicas. Na noite em que metade da Lua está visível, a atração atinge seu menor valor. Em Santos, no litoral paulista, por exemplo,a diferença entre a maré alta e a baixa não ultrapassa os 5 centímetros
LUA CHEIA
Cerca de duas semanas depois da Lua Nova, nosso satélite viaja de novo para uma posição em que se alinha com o Sol e a Terra. Essa combinação traz uma nova leva de marés máximas. Nas praias de Santos, o nível do mar pode subir em torno de 1 metro nesse período
LUA CRESCENTE
Agora, a Lua e o Sol formam um ângulo reto de 90º. Nessa situação, a gravitação lunar se opõe à solar - elas só não se anulam porque a Lua, mais perto da Terra, exerce maior poder de atração. Mesmo assim, as diferenças de nível entre as marés alta e baixa são muito menores e recebem o nome de marés de quadratura ou mínimas
Mudanças radicaisNível do mar pode subir 18 metros
Existem alguns lugares no planeta onde a influência das fases da lua sobre a maré é maior. Na baía de Fundy, no Canadá, a diferença entre as marés alta e baixa chega a 18 metros. No monte Saint-Michel, no litoral da França, 14 metros. Na região de Derby, na Austrália, 11 metros. Já na enseada de Cook, na costa sul do Alasca, a elevação atinge 9 metros

Eclipse Lunar e Solar

O que é Eclipse?

 É o obscurecimento ou ocultação de um corpo celeste por um outro corpo celeste relativamente a um observador. Normalmente quando falamos sobre eclipses, falamos de eclipses do Sol ou eclipses da Lua, pois são aqueles que são mais evidentes. 



Eclipse solar
O eclipse solar acontece qando o Sol, a Lua e o planeta Terra estão alinhados, sendo que a Lua fica entre o Sol e a Terra. Nesse caso, o nosso planeta passa pela sombra projetada pela Lua. Para que suceda um eclipse do Sol, a Lua tem de estar na sua fase de Lua nova e ao mesmo tempo tem de estar no mesmo plano do plano da órbita da Terra em volta do Sol (que chamamos de eclíptica), situação essa que nem sempre ocorre, pois a órbita da Lua em volta da Terra tem uma inclinação de cerca de 5° em relação ao plano da órbita da Terra em volta do Sol. Na maior parte das vezes quando se dá a fase de Lua nova, a Lua projeta a sua sombra “acima” do polo norte ou “abaixo” do polo sul do nosso planeta devido a essa inclinação da órbita,.
  • Eclipse anular do Sol acontece quando estão reunidas as mesmas condições como no caso do eclipse total do Sol, à exceção do tamanho da Lua visto da Terra que neste caso não é suficientemente grande para tapar todo o disco solar, ficando um anel exterior visível da Terra. 
  • Eclipse parcial do Sol acontece quando apenas uma parte do Sol é tapado pela Lua.
  • Eclipse total do Sol acontece quando o tamanho da Lua visto da Terra é suficientemente grande para “tapar” totalmente o Sol.


Eclipse Lunar


Eclipse da Lua - Credito NASA
Eclipse da Lua – Credito: NASA
O eclipse lunar (ou eclipse da Lua) ocorre quando temos o Sol, o planeta Terra e a Lua alinhados, com a Terra entre o Sol e a Lua. A Terra projecta “atrás” de si uma sombra e a Lua ao passar pela sombra fica obscurecida. O eclipse da Lua ocorre sempre quando a Lua está na fase de Lua cheia, pois aí temos a Terra entre o Sol e a Lua, estando estes três alinhados. 
Eclipse total da Lua acontece quando a Lua entra totalmente na sombra da Terra. A fase de totalidade deste tipo de eclipse pode chegar a durar mais de uma hora, e todo o eclipse em si poderá demorar várias horas.
Eclipse parcial da Lua acontece quando apenas parte da Lua entra na sombra da Terra.
Eclipse penumbral da Lua acontece quando a Lua entra apenas na penumbra da Lua, não entrando na zona de sombra propriamente dita. Este tipo de eclipse passa bastante despercebido, pois a Lua sempre se mantêm iluminada pelo Sol, diminuindo apenas um pouco o seu brilho.



quarta-feira, 18 de março de 2015

O que foi a teoria de Einstein?

Ela quebrou a ideia de um tempo único no cosmos inteiro, foi em 1915  que ele apresentou seu maior trabalho com grande importância para a cosmologia e a astronomia. Ele propôs a teoria da Relatividade Geral, em que cada acontecimento pode possuir resultados e tempos diferentes observados em pontos distintos.

Os 10 maiores mistérios sobre o Universo

1. O que é a matéria escura?
No modelo cosmológico aceito pela comunidade científica, o Universo é composto por energias e partículas que interferem na gravidade, expansão e aceleração do espaço. Acredita-se que 73% da densidade se constitui de energia escura, que teria o efeito de pressão negativa sobre o Universo; e 23% de matéria escura, que hipoteticamente tem efeitos gravitacionais em matérias visíveis.
Por ser completamente invisível para telescópios e por não emitir luz nem radiação eletromagnética, a matéria escura é extremamente difícil de ser estudada. Os cientistas especulam que ela seja composta de partículas subatômicas diferentes daquelas das matérias visíveis, mas seu efeito gravitacional é perceptível nos movimentos de galáxias e estrelas.
Um dos principais recursos para o estudo da matéria escura é o projeto AMS (Alpha Magnetic Spectrometer) na Estação Espacial Internacional, que coleta dados sobre o fluxo de raios cósmicos na órbita da Terra. Leia mais aqui sobre essa pesquisa científica.

2. O magnetismo nas crateras da Lua

Um dos maiores mistérios da Lua, assim como a sua origem e formação, é a presença de campos altamente magnetizados na superfície, mas apenas em algumas partes da crosta e não em sua totalidade. A região da bacia do Polo Sul-Aitken, onde se encontra a maior cratera na superfície da Lua, apresenta também a maior concentração de magnetismo do satélite e tem despertado a atenção dos cientistas.
Fonte da imagem: Reprodução/Smithsonian.com
Acredita-se que essa grande cratera foi formada pelo impacto de um asteroide de 200 quilômetros de extensão, há cerca de 4,5 bilhões de anos. Esse asteroide pode ter deixado uma quantidade enorme de alguma forma de ferro, que se espalhou de maneira irregular pela crosta lunar, produzindo essas anomalias magnéticas ainda hoje detectadas.
Os cientistas especulam também se a Lua tinha algum tipo de campo eletromagnético depois da sua formação, que estaria presente inclusive no evento do grande impacto do asteroide, mas que foi desaparecendo ao longo do tempo. Simulações por computador indicam que o campo lunar de fato existiu e que o magnetismo encontrado em regiões da superfície faz parte tanto de materiais do espaço quanto de restos do campo eletromagnético que ainda resistem no satélite.

3. A galáxia retangular

A galáxia anã LEDA 074886, detectada em 2012, está localizada a 70 milhões de anos-luz, mas mesmo à longa distância ela chama a atenção pelo seu aspecto retangular. As galáxias em geral têm formato oval, como discos, elipses tridimensionais, às vezes até com curvaturas irregulares, mas essa nova galáxia tem uma aparência bastante peculiar, com cantos mais definidos.
Fonte da imagem: Reprodução/Smithsonian.com
De acordo com algumas especulações, o aspecto retangular pode ser resultado da colisão de duas galáxias em formato espiral. A LEDA 074886 pode ser vista como um retângulo ou até mesmo se assemelhando a um diamante, mas apresenta um disco de orientação circular no centro. Acredita-se que a galáxia deve perder seus cantos duros ao longo de bilhões de anos.

4. O problema de lítio

O lítio é um dos elementos, junto com o hélio e o hidrogênio, que deveria ser abundante no Universo por estar diretamente ligado aos processos de síntese nuclear. Porém, a observação de estrelas antigas, formadas de material similar àquele que produziu o Big Bang, revelou uma quantidade de lítio muito inferior do que previam os modelos teóricos. A pouca quantidade do elemento nas estrelas ficou conhecida no meio científico como “problema de lítio”.
Novas pesquisas indicam que parte desse lítio pode estar misturada ao centro das estrelas, fora da vista de telescópios. Ao mesmo tempo, no campo teórico, pesquisadores sugerem que áxions, partículas subatômicas hipotéticas, podem ter absorvido prótons e reduzido a quantidade de lítio criada logo após o Big Bang.

5. A reciclagem do Universo

Nos anos mais recentes, os astrônomos notaram que as galáxias formam novas estrelas a uma taxa que parece consumir mais matéria do que elas pareciam ter. Um novo estudo com galáxias distantes pode ter encontrado a resposta a este mistério. As galáxias parecem atrair de volta para o seu centro um gás que elas mesmo produzem, o que pode resolver a questão da origem da matéria bruta na formação de novas estrelas.

6. As bolhas de radiação no centro da Via Láctea

O telescópio Fermi, capaz de detectar raios gama no espaço, registrou em 2010 gigantescas bolhas de radiação que emanam em direções opostas a partir do centro da Via Láctea. Essas estruturas se estendem a 20 mil anos-luz para cima e para baixo do plano espacial.
Fonte da imagem: Reprodução/Smithsonian.com
Os cientistas têm especulado que essa radiação pode ser resultado do choque de estrelas sendo consumidas pelo enorme buraco negro do centro da galáxia.

7. Por que as pulsares pulsam?

As estrelas de nêutrons pulsares têm a particularidade de emitir radiação eletromagnética em intervalos regulares, como o feixe de luz em rotação de um farol. Apesar de a primeira pulsar ter descoberta em 1967, os cientistas ainda tentam decifrar as causas dos pulsos de energia. Observou-se que correntes magnéticas influenciam no desalinhamento dos polos e na emissão de radiação, mas ainda não há explicação para a flutuação magnética que movimenta as pulsares.

8. Estamos sozinhos?

A pergunta que não quer calar: será que estamos sozinhos no Universo? Em 1961, o astrofísico Frank Drake postulou uma equação polêmica sugerindo que, levando em conta diversos fatores, a probabilidade de existir vida em outro lugar é extremamente alta. Drake contabilizou a formação de novas estrelas, a quantidade de estrelas com planetas, a combinação de condições para a existência de vida, entre outras especificações. Ainda não encontramos vida em nenhum canto da galáxia, mas isso não significa que devemos perder as esperanças.

9. O fim do Universo

Os teóricos acreditam que o Universo começou com o Big Bang, mas há muitas dúvidas ainda de como ele vai acabar. Não é possível saber se o Universo continuará se expandindo até o ponto da desagregação de toda a matéria, o Big Rip, ou se a expansão irá cessar e o plano espacial entrar em processo de condensação, o chamado Big Crunch.

10. Universos paralelos

Podemos não estar sozinhos e podemos não ser únicos. A teoria de pesquisadores físicos é de que podemos estar em um multiverso, com outros universos paralelos. A especulação sugere pensar o nosso universo como uma bolha, como um globo de neve, e que outros universos alternativos existem dentro de suas próprias bolhas. Apesar de ser um conceito bem próximo de clássicos da ficção científica, astrônomos procuram evidências que indiquem pontos de colisão entre os universos.